Author Archives: Viviane Franco

Sesc abre inscrições para a Mostra Sesc de Música Onde Canta o Sabiá

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Compositores e intérpretes maranhenses têm a oportunidade de mostrar todo o talento e ainda integrar o trabalho de pesquisa e divulgação da sonoridade musical do estado participando da Mostra Sesc de Música “Onde Canta o Sabiá”. As inscrições para o evento que está na terceira edição tem início nesta segunda-feira, 20 e se estende até o dia 13 de setembro, no Sesc Administração.

 

A Mostra de Música promovida pelo Sesc surgiu com o objetivo mostrar à diversidade da cultura musical do Maranhão com vista a contribuir para a pesquisa e divulgação da música maranhense, por esse motivo, o evento não possui caráter competitivo.

 

Todas as músicas inscritas serão apreciadas pela equipe do Sesc e dois músicos convidados. O resultado será divulgado dia 18 de setembro, no site do Sesc, nas redes sociais, nas unidades do Sesc Deodoro e Sesc Administração e por meio de comunicado direto aos selecionados.

 

Todas as músicas apresentadas farão parte do 3º CD da Mostra Sesc de Música “Onde Canta O Sabiá”, produzido e lançado pelo Sesc posteriormente.

 

A 3ª Mostra Sesc de Música “Onde Canta o Sabiá” será realizada no período de 8 a 11 outubro de 2013, com realização de oficinas, concertos, shows com artistas maranhenses e convidados, sendo que no dia 11 de outubro acontece a apresentação das 12 músicas selecionadas. O evento será aberto ao público.

A Mostra é uma promoção do Serviço Social do Comércio, em parceria do Departamento Nacional como parte da Rede Integrada de Mostras do Sesc.

 

Para inscrever os trabalhos, compositores ou interpretes devem atender as exigências do regulamento e entregar todo o material exigido no período de 20 de agosto a 13 de setembro, em horário comercial, diretamente no Sesc Administração, localizado na Av. Gomes de Castro, 132, Centro.

 


REGULAMENTO (Ficha de inscrição/Termo de Autorização/Modelo de autorização de uso de fonograma/ Modelo de autorização de uso de imagem) – Clique aqui

Paraenses apresentam o Charme do Choro no palco do João do Vale

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De longos vestidos vermelhos, as seis damas do choro esbanjaram todo o charme em consonância com o nome do grupo que traz como destaque a excepcional habilidade das instrumentistas na execução deste ritmo. A apresentação do grupo Charme do Choro encantou o público que prestigiou a programação do Amazônia das Artes realizado na noite de quinta-feira (15), João do Vale.

 

O Charme do Choro é um grupo que carrega no próprio nome a música instrumental de maior tradição brasileira: o choro. No repertório, músicas como “De coração a coração”, "Overdose do Amor", de Marcelo Ramos, compositor conterrâneo das integrantes do grupo; “Apenas de Mãos de Dadas” e “Intervenção”, da obra de Waldemar Henrique, Sebastião Tapajós e Jacob do Bandolin.

 

Músicas que envolveram o público que acompanhou a apresentação com palmas. Entre os presentes, a turista Muriella Buchert, da Guiana Francesa, conta que não conhecia o ritmo e gostou muito do que ouviu. “O ritmo é envolvente, dá vontade de dançar”, destacou.

 

Acompanhado da esposa, Carlos Alberto Rodrigues, advogado, garante que valeu a pena ir ao teatro nesse dia. “Muito boa à apresentação, na verdade, excelente!”, elogiou.

 

E a simpatia era recíproca. Com a mesma intensidade com que o público interagiu durante a apresentação e ao final pediu “bis”, as integrantes dispensaram elogio a capital maranhense que, como descreveram, tem cultura em todos os cantos.

 

Fechando a noite, as 6 jovens: Jade Guilhon (Bandolim e Violino); Dulci Cunha (Flauta); Laíla Cardoso (Violão); Camila Alves (Violão 7 cordas); Carla Cabral (Cavaquinho); Rafaela Bittencourt (Pandeiro) tocaram “Lamentos”, de Pixinguinha.

 

Formado a partir do projeto Choro do Pará, o grupo com 6 anos de formação, aproveitou para divulgar o novo CD "O Charme do Choro", décimo primeiro volume da série “A Música e o Pará”, patrocinado pela Secretaria de Cultura do Pará. Muitos exemplares foram vendidos nessa noite para os já fãs que conquistaram.

 

Entre eles, Daniel Almeida, ator e diretor, que já idealizou novas apresentações. “Adorei o show de hoje que pretendo fazer um intercâmbio delas em festivais pelo país”, planeja.

Musical infantil resgata importância das diferentes gerações de brincadeira infantis

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A modernidade trouxe conhecimento e praticidade, porém a infância se resumiu a ambientes fechados, computadores e vídeo games. As brincadeiras e jogos infantis populares aos pouco foram substituídos. Resgatando o prazer e a diversidade das tradicionais cantigas de roda, músicas infantis e as brincadeiras de rua, o Grupo Raízes do Porto apresentou na segunda-feira (19), o espetáculo Avoar, no Teatro Alcione Nazareth.

 

O musical infantil de Vladimir Capella, com direção de Suely Rodrigues é um espetáculo que ao mesmo tempo é nostálgico, devido à apresentação de brincadeiras que fizeram parte da infância de muitos adultos, como divertido, pois transmite a inocência e a criatividade das crianças durante seu momento de lazer.

 

Os atores do representam de forma envolvente e engraçada sete crianças que moram em condomínio e brincam sozinhos, até um dia que decidem descer de seus prédios e ao encontrarem outros garotos descobrem o prazer das brincadeiras de rua como "Boca-de-Forno", "João Bobo", “Esconde-Esconde”, entre outras.

 

Entre uma música e outra, uma situação inusitada provocada pelas crianças transforma todo o espetáculo em uma envolvente comédia, como em “Pera, Uva ou Maçã”, em que uma das meninas interrompe a brincadeira, porque não gosta de maçã.

 

Segundo a diretora do espetáculo, Suely Rodrigues, durante a montagem do musical, foram realizadas oficinas com os artistas que compartilharam brincadeiras que marcaram a infância de cada um. Da riqueza de informações reunidas, a diretora apresentou o texto que sofreu adaptação a partir da recriação das percepções de cada integrante.

 

O cenário é todo dinâmico, contribuindo para o desenvolvimento do musical. De elementos simples como almofadas em forma bóias, panos, pedaços de madeira até um guarda-chuvas que se transforma em uma palmeira, demonstra a vasta imaginação infantil na hora de criar suas brincadeiras.

 

Todo esse repertório, facilmente reconhecível pelo espectador adulto promove a reflexão sobre a infância de hoje e de antigamente, que se divertia com brincadeiras transmitidas de geração para geração.

 

O Grupo Raízes do Porto, de Porto Velho encontrou em São Luís muitos conterrâneos e amigos, como a jovem estudante universitária, Cíntia Pessoa, que se mudou para o Maranhão para estudar Teatro e estava encantada com a apresentação. “Quando soube que meu estado estava com um belíssimo espetáculo circulando pelo Amazônia das Artes, não poderia deixar de prestigiar”, disse.

 

Assim como a estudante, outros espectadores aproveitaram o momento de troca de informações para registros fotográficos e elogios ao grupo.


O Sesc Amazônia das Artes continua a séria de apresentações nesta terça-feira (20) com a realização do show musical “Inomorô”, com o Grupo Afrôs, do Maranhão e show musical “O Piauí Contando História”, com Vagner Ribeiro e Grupo Valor de PI, do Piauí, a partir das 19 horas, no Teatro Arthur Azevedo. 

Amazônia das Artes celebra a arte cênica e dança na programação do final de semana

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Iniciar o final de semana com um programa cultural é uma ótima pedida para relaxar e ampliar o repertório artístico. Quem conferiu a programação do Sesc Amazônia das Artes neste final de semana, de 16 a 18 de agosto, não se arrependeu. Os três espetáculos: Mãe – In Loco (AM), Divertissement (AP) e Do Repente (TO), nas linguagens arte cênica e dança, mostraram que a qualidade técnica e criativa das produções artísticas da região amazônica.


Aproximando a plateia da tensão criada no palco, Mãe – In Loco apresenta limite de expectadores. Um pouco mais de 80 pessoas puderam acompanhar o desespero de uma mãe aos poucos perde cada um de seus filhos para a guerra na sexta (16), no Teatro Alcione Nazareth. Inspirado na obra de Bertold Brescht, intitulada Mãe Coragem, o objetivo da peça é sensibilizar o público para o sofrimento e dor dessa mãe, bem expresso no ambiente inóspito e atuação visceral de Carol Santa Ana.


No sábado, dia 17 de agosto, o universo infantil novamente encheu o palco do Amazônia das Artes. Dessa vez, levou o público a viajar pelo maravilhoso mundo das brincadeiras que marcaram a infância de muitos adultos presentes no espetáculo de dança “Divertissement”, do grupo amapaense Graham, no Teatro Alcione Nazareth.


Em contrapartida a realidade individualista em que as crianças de hoje vivem diante da tecnologia, “Divertissement” é um espetáculo de dança cuja coreografia reúne elementos da infância, como bolas, bambolês e latas com as divertidas brincadeiras promovidas pelas crianças como pular elástico, telefone sem fio e tamancos de lata.


Em alguns momentos, as personagens desceram o palco e passearam pela plateia interagindo com as crianças, convidando-as a brincar.
Na ambientação, o colorido marcou o universo lúdico infantil com músicas dançantes que deram o ritmo aos jogos tradicionais infantis que encantam e fazem parte do cotidiano de várias gerações. Essa identificação foi o que levou pais e crianças, após o espetáculo, a fazerem fila para registro fotográfico com as integrantes do grupo amapaense Graham.

 

A magia do teatro e dança da Cia Lamira envolveu e surpreendeu os visitantes do projeto Reviver, no final da tarde de domingo (18). Flutuando pelo universo artístico nordestino, o espetáculo une dança, cordéis, teatro de mamulengo e repentes, em uma criação projetada especificamente para espaços abertos.


Segundo Carolina Galgane, coordenadora geral do espetáculo, o objetivo “Do Repente” é democratizar a arte e aproximar o público da produção artística, permitindo a interação durante a apresentação. Para a construção da trilha sonora, personagens, movimentação corporal e cenário, o grupo realizou uma ampla pesquisa sobre as mais diversas manifestações artísticas nordestinas.


O espetáculo, que recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Viana 2011, foi bastante aplaudido pela plateia, composta por turistas, estudantes e famílias.
 

Música maranhense é destaque no Sesc Amazônia das Artes

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O projeto Sesc Amazônia das Artes há seis anos estimula e difunde a produção artístico-cultural dos estados que compõem a AmazôniaLegal e também de outros que apresentam confluências sócio-culturais. Desenvolvendo as linguagens artísticas, abrindo espaço para novos talentos e concedendo visibilidade ao nascente trabalho, o projeto tem incentivado a produção cultural dos estados participantes e o Maranhão faz parte dessa conquista, alcançando prêmios e vagas em projetos de circulação nacional em diferentes vertentes. No Sesc Amazônia das Artes 2013, os grupos Afrôs, Pedeginja e Milla Camões representam e difundem os ritmos e talento da nossa terra nos dias 20, 22 e 23 de agosto, a partir das 19 horas, para o público. A entrada é franca, mas quem puder colaborar com as instituições sociais assistidas pelo Programa Mesa Brasil Sesc, pode doar 1 kg de alimento não-perecível na bilheteria.

 

O projeto Sesc Amazônia das Artes contribuem para a democratização da cultura, intercâmbio de conhecimentos técnicos e profissionalização das produções regionais. Contemplando espetáculos de teatro e dança, apresentações musicais e exposições de obras de arte, o Maranhão ganha destaque na edição 2013 com a apresentação de três shows musicais.

 

No dia 20 de agosto, o Grupo Afrôs abre essa agenda sonora com o envolvente Show Inoromô. Misturando estilos musicais como o rock, samba, xaxado, sem deixar de lado os ritmos regionais como cacuriá, côco e bumba meu boi. Há cinco anos na estrada, o grupo que inicialmente foi intitulado de Afrodites, surgiu da vontade de doze mulheres brincarem o carnaval ao som de percussão. Mas o que começou como diversão, ganhou consistência e chegou aos palcos de teatros pela primeira vez em 2009. Desde então, o grupo mudou de nome, ampliou sua agenda de shows e estima que até o final de 2013 lançará seu primeiro CD. O Show Inoromô é a primeira atração da programação musical do dia 20 de agosto. A apresentação acontece às 19 horas, no Teatro Arthur Azevedo.

 

A banda PedeGinja promete poesia e música em uma mistura leve e divertida na penúltima noite de programação do Amazônia das Artes (dia 22 de agosto) com o show “Contos Cotidianos”. Uma combinação perfeita para quem deseja apreciar as rimas em forma de notas melodiosas. Formada pelos artistas André Grolli, Snadoval Filho, Pedro Vinícius, Paulo César, Jéssica Góis, João Miranda, Pedro Luz, Paulo Vinícius e Romildo Bigorna, a banda está finalizando seu primeiro CD, com dez canções autorais, após quase três anos de trabalho. O público pode conferir essa mistura artística, às 19 horas, no Teatro João do Vale.

 

E no encerramento da edição 2013 do Sesc Amazônia das Artes, o repertório da cantora Milla Camões e banda é a primeira atração da noite (23). Passeando do pop ao brega, o show “Louva-a-deus, Centopéia e Sabiá” busca cativar a plateia com efeitos vocais e instrumentais. A apresentação está agendada para as 19 horas, no Teatro João do Vale.

 

Com formato de Mostras Artísticas, o projeto Sesc Amazônia das Artes visita também os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Ludovicences mostram todo o seu gingado no Samba de Raízes de Tócos

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Em um clima leve, com muita simpatia e gingado, a apresentação do grupo Samba Raízes de Tócos contagiou a público na penúltima noite de programação do Sonora Brasil em São Luís, dia 15 de agosto, realizada no Teatro Alcione Nazareth. Repetindo o sucesso dos dias anteriores, a platéia estava cheia e vibrando com a música, dança e história herdadas da cultura africana.


Manifestação típica do interior da Bahia, o samba surgiu no palco do Alcione Nazareth com novas nuances e acompanhado de outras variações musicais. O candomblé, côco e corrido dividem as preferências dos moradores de Antônio Cardoso com o samba de roda. O tradicional samba, a dança mais popular entre os brasileiros, nessa comunidade recebe o nome de piegas e apresenta passos rápidos, mas curtos.


O grupo é formado por Mestre Satu, Roque Viola, Antônio Luiz, Antônio Almeida, Manoel Conceição, Antônia Neri, Edilma Neri e Maria de Lourdes. As mulheres que participam do grupo tocam, cantam e dançam, sendo que se revezam nos ofícios durante a apresentação.


Nas letras das músicas, festa de São Cosme e Damião, reisados e outros acontecimentos diários, retratados com muito ritmo e energia. Mais uma vez, como registrado nas apresentações anteriores do Sonora Brasil em São Luís, o público foi convidado a se unir ao grupo para experimentar o piegas, mas a plateia estava mais tímida na terceira noite de apresentações. Joseana Carvalho (20), estudante do Curso de História, quebrou o jejum e deu um show no palco. A sua performance encorajou mais três mulheres, que caíram no samba.


A integrante do Samba de Raízes de Tócos, Maria de Lourdes Santana, de 44 anos, que apesar de morarem na zona rural da Bahia, o ritmo é bem difundido em todo o estado. “A partir do Sonora Brasil nós estamos estendendo o alcance das nossas tradições e isso é muito gratificante”, ressaltou.


O antropólogo e professor universitário Norton Correa, que há 40 anos estuda a cultura popular negra religiosa e não-religiosa, acompanhou toda a apresentação e parabenizou o grupo pelo belo trabalho. “A tradição africana modificou-se e adquiriu novos contornos no Brasil, mas o rebolado é um elemento sempre presente nas variadas confluências artísticas que descendem dessa vertente, o que torna a dança envolvente e sensual”, explica.


O grupo gaúcho Alabê Ônis encerrou a programação na última sexta, dia 16 de agosto, com o repertório de maçambiques, quicumbis, alujás e candombes, manifestações culturais ligadas a tradição religiosa e profana.
 

Candidatos participam da primeira etapa do seletivo para a Escola Sesc neste fim de semana

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Mais de cem alunos maranhense participaram neste domingo, dia 18 de agosto, do seletivo para a Escola Sesc de Ensino Médio (ESEM). As provas aconteceram nas unidades operacionais do Sesc em São Luís, na Deodoro; em Caxias e em Itapecuru, das 9 às 13 horas.
Participam do processo alunos que concluíram o Ensino Fundamental e nasceram entre janeiro de 1998 e dezembro de 2000. Ao todo foram 145 inscritos no Maranhão que concorreram as 4 vagas disponibilizadas para o estado.


Eles foram submetidos a uma prova de redação e outra objetiva, contendo 30 questões, elaboradas segundo textos e temáticas apresentados no Documento Base da 1ª Conferência Nacional da Juventude de 2008, conduzidas pelo Programa de Iniciação Científica da ESEM. O PIC é formado por profissionais de Roraima, Acre, Sergipe, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Paraíba e Pernambuco.


Acompanhados com os pais, os candidatos de São Luís começaram a chegar antes das 8h no Sesc Deodoro para realização das provas. Na unidade, foram recebidos com um café da manhã na Área de Vivência enquanto aguardavam o início das provas.


Maria Áurea Muniz Lima, de 14 anos, foi uma das adolescentes que chegou cedo com sua mãe, Rosilene Muniz Salazar. Ambas estavam contendo a ansiedade diante da imensa vontade de aprovação no seletivo. “É uma oportunidade de ter um ensino médio com uma qualidade melhor”, espera.


Segundo Rosilene, 40 anos, que trabalha como cozinheira, essa é a oportunidade que a filha tem de ter uma educação que ela não pode custear. “A gente sabe como está precária a educação nas escolas públicas, por isso incentivo minha filha e peço a Deus que ele passe nesse seletivo porque ela vai ter uma formação completa”, disse.


Para a jovem Mayra Cristina Costa Marinho, de 14 anos, de todas as vantagens da Escola Sesc, a que chamou mais atenção foi a possiblidade de morar fora. “Quando recebi a correspondência comecei a me preparar para a prova”, garante.


Na expectativa, a dona de casa Roseane Costa Marinho, 44 anos, espera que a filha “tenha a oportunidade que não tive”, exclamou.


Se torcida contar ponto para o resultado, Raíssa Gabrielle dos Anjos Silva, de 14 anos, certamente está na frente de muitos candidatos. Ela compareceu ao local de prova acompanhada com os pais, o mecânico José Francisco Cutrim, 38 anos e Maria Natividade dos Anjos Silva, assessora comercial, 42 anos.


Para Maria Natividade dos Anjos Silva, a esperança é que a filha alcance todos os seus objetivos, pois a Escola Sesc pode oferecer uma educação completa. “A qualidade do ensino é algo que não posso dar agora”, comentou.


“Espero que ela se desenvolva e alcance todos os objetivos dela. Como todo pai, eu quero o melhor e vejo nessa escola, o melhor para minha filha”, falou José Francisco.


Confiante, Raíssa já imagina como será estudar numa escola com tantas oportunidades, na qual destaca uma: “A biblioteca é a que me chama mais atenção”, destacou.


A próxima fase do processo seletivo da ESEM é a da entrevista que acontecerá entre os dias 25 de setembro e 16 de outubro. Já o resultado final será divulgado em 19 de novembro.


Localizada em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, a Escola SESC de Ensino Médio (ESEM) oferece uma proposta pedagógica diferenciada. Os estudantes selecionados passam a residir em uma comunidade residencial que integra alunos e professores. Baseada em modelos de escola de outros países, a ESEM oferece formação completa que tem como principal objetivo, incluir jovens brasileiros na sociedade do conhecimento, com ênfase na educação para a vida. Mais informações podem ser obtidas também pelo site www.escolasesc.com.br. 

Sesc Amazônia das Artes apresenta Espetáculo Infantil Avoar

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Mais um espetáculo infantil promete cultura e entretenimento para toda a família. “Avoar”, do grupo Raízes do Porto, de Porto Velho, conta a história de crianças que, cansadas de brincar dentro de casa com videogames e computadores, resolvem sair de seus prédios e brincar na rua e revivem a alegria das antigas cantigas de roda e brincadeiras infantis. O espetáculo teatral acontece nesta segunda-feira, 19, às 18h, no Teatro Alcione Nazaré. Entrada franca.



O espetáculo faz uma reflexão sobre a importância das brincadeiras infantis que a cada ano estão sendo deixadas de lado em detrimento dos jogos tecnológicos.



Segundo seus idealizadores, “Avoar foi um jeito urbano que encontrei para trazer de voltas as velhas noites de luar, onde as crianças brincavam nas calçadas ao som de cantigas de roda. Um jeito de resgatá-las, corrigi-las e documentá-las, até que a lua se esconda senão por trás dos prédios, por cima deles”, diz Vladimir Capella.


Com a direção de Suely Rodrigues, o espetáculo de Vladimir Capella resgata antigas cantigas e brincadeiras de roda por meio da história de crianças que “redescobrem” a rua depois de abandonarem seus videogames e computadores. Com esse trabalho, a companhia ganhou o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, em 2006.



A apresentação tem classificação etária livre e duração de 60 minutos. Entrada franca.

Temporada de apresentações do Amazônia das Artes tem início no Maranhão

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Crianças e adultos caíram na gargalhada com as trapalhadas de uma palhaça que ao sair para fazer um piquenique transforma seu dia em uma grande confusão. Com apresentação que promove a interação com o público, o espetáculo teatral “Palita Presepada em: o Piquenique”, realizado nesta quarta-feira, 14, no Teatro Arthur Azevedo abriu em grande estilo o Projeto Amazônia das Artes 2013.


O espetáculo infantil que mistura circo ao teatro é inspirado nos clássicos desenhos animados. As presepadas da palhaça Palita fizeram a plateia formada por adultos e crianças sorrir com os tombos, danças, mágicas e curiosas estórias de infância.


Entre os momentos marcantes da trama, a insistência da palhacinha em alimentar os animais fez com que um pequeno lagarto se tornasse um enorme jacaré que quase a devorou, arrancando gritos das crianças que torciam para que Palita vencesse a batalha.


Do início ao fim do espetáculo, a personagem conversou com público e em alguns momentos, os pequeninos foram convidados a subir ao palco para ajudar a desajeitada palhaça a sair de alguma situação constrangedora em que se meteu.


De forma envolvente, a peça contagiou o público que ao término do espetáculo formou uma grande fila para registro fotográfico com a personagem. Amanda de Oliveira, de 12 anos, foi uma das fãs conquistadas com a apresentação. “É a primeira vez que assisto e gostei muito!”, comentou.


Pela terceira vez, Alana Fonseca, de 18 anos, trouxe a sobrinha para ver o espetáculo e garante que vale a pena. “Não me canso de assistir a peça e todas às vezes me divirto da mesma forma!”, revelou.


O Espetáculo Teatral Palita Presepada em: o piquenique é uma produção da companhia maranhense Mira Mundo Produções Culturais que é formada por um coletivo de artistas profissionais, entre atores, diretores, arte educadores, acrobatas, palhaços e pesquisadores de teatro. A direção e roteiro ficou por conta de Michele Cabral, que também é a protagonista do espetáculo.


O Projeto Amazônia das Artes dá continuidade às apresentações nesta sexta-feira, 16, com a Companhia Cacos de Teatro, do Amazonas, com o espetáculo teatral “Mãe – In Loco”, às 20 horas, no Teatro Alcione Nazareth.

Os ritmos dos tambores paraenses sacodem a 2º noite de apresentação do Sonora Brasil

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O batuque dos tambouros e cacetes da comunidade quilombola de Cametá atraíram um grande público na noite desta última quarta, dia 14 de agosto, no Teatro Alcione Nazareth. Com todos os ingressos da bilheteria distribuídos em poucos minutos, a apresentação do grupo Samba de Cacete de Vacaria, programação integrante do projeto Sonora Brasil, conquistou os ludovincenses com as batidas alternadas, passos marcados e cânticos tradicionais da cultura amazônica, tradição que resiste ao tempo e está sendo difundida pelo Sesc em todo Brasil.

 

É do couro de veado e madeira extraída da região de Vacaria, comunidade localizada a oito quilômetros da cidade de Cametá (PA) que os tamboureiros produzem os sons que conduzem essa manifestação popular. Batucando com as mãos e os pés descalços, o ritmo também conta com a batida do cacete, um instrumento que lembra a matraca, só que com uma espessura menor.

 

As cantadeiras, que também são sambadeiras, entoam cantos ao ritmo dos tambouros e com suas saias rodadas desenvolvem uma coreografia que lembra o tambor de crioulo. Mas apesar das semelhanças, Robson Serra, integrante há 18 anos do Laborarte e coreógrafo e dançarino do Cacuriá de Dona Teté , que estava atento a cada traço da apresentação, ressalta que há diferenças significativas entre as duas modalidades. “O tipo de couro e a confecção do instrumento é semelhante, mas o desenvolvimento técnico da apresentação, especialmente o toque, apresenta novos elementos. É maravilhoso manter contato com ritmos tão autênticos e que remontam às nossas raízes históricas”, explicou.

 

A platéia pôde aprender e experimentar o ritmo paraense. Convidados pelo Mestre Benedito Moía, homens, mulheres e até crianças subiram o palco e divertiram-se com o som do Samba de Cacete de Vacaria. A jornalista Juliana Mendes, que dança no Tambor de Crioula do mestre Amaral, aceitou o convite e mostrou desenvoltura.

 

Entre as crianças que prestigiaram a apresentação, algumas eram integrantes do projeto Musicar, que é desenvolvido pelo Sesc na Divineia e disponibiliza aulas de canto, coral, flauta doce, violão e percurssão gratuitamente para jovens da comunidade com o objetivo de incentivar as potencialidades artísticas.

 

Ao final da apresentação, o grupo foi convidado Juliana Mendes convidou o grupo para conhecer a sede do Tambor de Crioula do Mestre Amaral e acompanhar o ensaio. O Mestre recebeu o Samba de Cacete de Vacaria com muita satisfação e apresentou a dança maranhense, que é patrimônio imaterial do Brasil. Ele afirmou que é necessário se fazer cultura e resgatar as tradições da terra. “Nasci em São Vicente do Ferrer e lá aprendi a arte dos tambores. O instrumento menor, que utilizamos para batucar, na minha terra recebe o nome de maracá, mas aqui em São Luís, por conta da confluência cultural com o bumba-meu-boi, também recebe o nome de matraca. É importante não esquecermos as nossas raízes e manter a história da cultura popular viva”, ressaltou.

 

O Sonora Brasil encerra nesta sexta, dia 15 de agosto, com a apresentação do grupo gaúcho Alabê Ôni. Agendado para as 19 horas, no Teatro João do Vale, a entrada é franca e a classificação llivre.