Author Archives: Viviane Franco

“Expiação” intriga público no Teatro João do Vale

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O espetáculo “Expiação”, do Grupo Pulsar Cia. de Dança, tratou de um tema delicado da forma mais poética possível: o suicídio. Apresentado na noite de ontem (25), no Teatro João do Vale (Praia Grande), o espetáculo questiona o que leva uma pessoa a cometer tal ato, e as conseqüências disso, através de música e dança pelos artistas da Cia. Pulsar, inspirados no livro “Suicídio – Trama da Comunicação, do autor Marcimendes Martins da Silva.
“Expiação” enfoca o suicídio como uma questão de múltiplas respostas e fazer com que o tema seja debatido. Sem diálogos, a atração se sustenta no ótimo trabalho feito pela coreógrafa Fran Mello e pelo grupo de dançarinos do Grupo Pulsar. De acordo com o diretor geral do espetáculo, Abelardo Teles, as questões técnicas são as maiores dificuldades. “O espaço para se realizar os espetáculos, principalmente os teatros, está esquecido. O Governo deveria olhar mais para os teatros da cidade”, frisou.
Sobre a realização da Mostra Guajajara do SESC, Abelardo elogiou a iniciativa. “É um incentivo a mais, mais um espetáculo para o nosso calendário. A Mostra é um espaço para se realizar todo tipo de arte feita na cidade”, finalizou o diretor.

Chico Nô anima público em mais um dia de Ladeira Musical

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A Rua do Giz (Praia Grande) continua recebendo os artistas da música maranhense nas noites da 6ª Mostra SESC Guajajara de Artes. A noite de ontem (25) começou com a discotecagem do DJ Natty Dread, aquecendo o público com sucessos da música brasileira.
Em seguida, subiu ao palco a atração principal foi o músico maranhense Chico Nô, cantor e compositor influenciado pela cultura regional brasileira, em especial as manifestações populares do Maranhão, onde participa ativamente da vida cultural. Com 20 anos de carreira o artista levou o show “Berimbolado” incluindo músicas autorais e releituras de compositores maranhenses.
Presente na noite, a cabeleireira e dançarina Rosângela Pereira, estava participando pela primeira vez da Mostra. “Eu sempre participo de eventos de arte, pois a cultura daqui é muito rica, mas o interesse parece ser pouco. Essa Mostra incentiva as produções locais e ajuda a criar um público”.
Hélio Martins, bailarino e ator, falou sobre a cena cultural maranhense. “O público de São Luís tem bom gosto, mas está desacostumado em prestigiar a arte local. A divulgação ajuda o povo a ter mais interesse em ver e participar da cena cultural”, ressaltou.
A noite foi encerrada com uma singela homenagem. Na madrugada de terça-feira (25) faleceu, aos 86 anos, Mãe Mundica, coreira e viúva de Mestre Felipe, figura importante do tambor-de-crioula do Maranhão. Ela já estava com a saúde debilitada e com depressão desde a morte de seu marido. Mestre Amaral comandou a homenagem que contou com artistas de vários grupos e outros amigos de Mãe Mundica.
A programação do "Ladeira Musical" prossegue hoje com show da banda Gallo Azhuu e discotecagem com o DJ Natty Dread, a partir das 21h, na Rua do Giz (Praia Grande).

Teatro de Cordel : grande atração de hoje na 6ª Mostra Guajajara de Artes

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O destaque da programação de hoje (27) fica por conta do espetáculo “Teatro Chamado Cordel”, do grupo sergipano Imbuaça. Na hora do almoço, mais precisamente às 12h, o grupo se apresentou na Área de Vivência do SESC Deodoro, interpretando três textos da Literatura de Cordel: “O Matuto com o balaio de maxixi”, de José Pacheco; “A Moça que bateu e virou cachorra”, de Rodolfo Coelho Cavalcante e “O Malandro e Graxeira no chumbrego da orgia” de vários cordelistas.

Os textos são intercalados por danças e músicas folclóricas, apresentando o universo fantástico da Literatura Popular em clima de muito humor o espetáculo. A cena é invadida por personagens do cotidiano que discutem questões universais. O espetáculo faz parte do projeto “Palco Giratório”, responsável por promover a democratização do acesso à cultura, chegando a cidades carentes de atividades artísticas e privilegiando grupos não comerciais, abrindo espaço para produções de diferentes linguagens.

Sobre o Palco Giratório – Promovido pelo Serviço Social do Comércio desde 1998, o Palco Giratório é o único circuito que percorre todo o país com espetáculos cênicos. Do teatro de bonecos e de rua, ao circo e à dança, entre outras manifestações culturais, o Palco Giratório criou uma importante rede de intercâmbio cultural no País. 

Mais do que circular as diferentes produções em todo o país, o intercâmbio dos grupos, que circulam em estados diferentes da sua costumeira área de atuação, proporciona uma experiência rica e construtiva para os artistas. Além da troca de informações e metodologias de trabalho, o Palco Giratório promove também a interação dos grupos com o público, por meio de conversas, oficinas e debates que ampliam o conhecimento sobre o processo de criação no universo das artes cênicas.

 

Doze horas de arte e cultura no SESC nesta sexta

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Nove dias de programação cultural é muito pouco para os amantes das artes visuais, cinema, teatro, literatura, música. Para deixar um gosto de “quero mais” no público maranhense, a 6ª Mostra SESC Guajajara de Artes será encerrada, mais uma vez, com uma overdose de cultura. A Mostra será encerrada em São Luís com nada menos que 12 horas seguidas de apresentações culturais e shows musicais. O Over 12h acontece sexta, 28, a partir das 12h, no SESC Deodoro (Centro).
A programação começa com a apresentação “MO VER-SE”, feita pelo coletivo de artistas. Em seguida o público vai conferir o espetáculo “2/1” com os atores Donny Santos (MA) e Tatiana Lodovici (SP). O Teatro de Cordel será apresentado logo depois, sob o comando de Arly Arnaud, que conta e canta histórias em forma de cordel, dando ação à palavra rimada que, aliada à graça e dinâmica do ritmo, mantém vivo o interesse no espetáculo, da primeira ao último verso, interagindo com o público e mostrando um pouco da arte do cordel, tão comum na cultura popular nordestina.
            Às 15h é a vez da Cia. Paralaxe de Dança-Teatro interpretar “Antropofagia”, baseada no Manifesto Antropófago de Oswald de Andrade. Cássia Pires encena “Cemitério de Espumas” logo depois, antecedendo a performance de Cris Campos e Lauande Aires em “O Crime da Baronesa”.
            A partir das 20h, o palco do SESC será ocupado pelo talento das cantoras maranhenses Célia Maria e Dicy Rocha, além da discotecagem da Rádio Zion. O DJ Pedro Sobrinho comanda a festa às 22h, anunciando a chegada do carioca Marcelinho da Lua nas pick ups. Para quem não conhece o som dos Djs da noite, vale a pena conferir a personalidade – seja tocando bossa nova, jazzy, coco, mina do Maranhão, indie-rock, música ucraniana, africana, cubana, cumbia colombiana – do DJ Pedro Sobrinho.
A grande expectativa da noite, o DJ Marcelinho da Lua, promete explorar o Samba, o Afrosamba, a Bossa Nova, o Carimbó, o Maracatu, o Mangue Beat e todos os outros estilos musicais que o Brasil oferece. Além das próprias criações, Marcelinho da Lua mostrará mais da sua musica eletrônica com remixes de Orlandivo (no álbum Sambaflex), Paralamas do Sucesso (no álbum Hoje), Hyldon – “Na Rua, na Chuva, na Fazenda (Casinha de Sapê)” e “As Dores do Mundo”, “Que Baque é Esse?”, de Lenine, na voz da Daniela Mercury.
Paralelamente aos shows musicais, o SESC Deodoro será palco de performances e intervenções artísticas até às 00h. Para comandar as performances e intervenções foram convidados os artistas Donny dos Santos (MA), Tatiana Lodovici (SP), Wilson Chagas (MA), Urias de Oliveira/MA (“Contos Africanos”) e Josué Redentor/MA (“Sempre fica um cheiro”).
Durante o último dia da Mostra estarão sendo recebidas as doações de 1 quilo de alimento não-perecível, que serão trocados pelos ingressos das apresentações que acontecerem em espaços fechados. Os alimentos arrecadados serão encaminhados às entidades beneficentes atendidas pelo Programa Mesa Brasil SESC.
Cortejo artístico – A concentração acontece às 15h30 na Praça Nauro Machado (Praia Grande) e segue pela Rua da Estrela, Avenida Magalhães de Almeida, Largo do Carmo, Rua Grande até a Praça Deodoro. Participam desse evento, os grupos de teatro Cara de Arte e Improviso; os grupos circenses GAMAR e Huhuhu; o grupo de dança Afro Omnirá, o Bloco Tradicional Vinagreira Show, Maratuque Upaon Açu, dentre outros.
 
Confira a programação completa do Cortejo Artístico e do Over 12h:

CORTEJO e ENCERRAMENTO
 
15h30 – Concentração: Praça Nauro Machado
Circuito: Rua da Estrela, Av. Magalhães de Almeida,
Largo do Carmo, Rua Grande, Praça Deodoro
 
 19h – Recepção e apresentações dos grupos: Área de Vivência – SESC Deodoro
1.       Teatro/Tapete Criações Cênicas
2.       Teatro/Grupo Improviso
3.       Circo/ Grupo GAMAR
4.       Circo/ Grupo HUHUHU Circo Teatro
5.       Dança Afro Omnirá
6.       Bloco Tradicional/Os Foliões
7.       Música percussiva/Maratuque Upaon Açu
8.       Tambor de Crioula “Arte Nossa”
9.       Cia. Street Master
10.    Xangô Caô – TSI SESC
11.    Banda de Música do 24º Batalhão de Caçadores
12.    Projeto Por Trás da Cena/SESC
 
PROGRAMAÇÃO OVER12h
Local: SESC Deodoro
 
12h “MO.VER-SE” – Coletivo de artistas (Antunes Neto)
13h “2/1” – Donny dos Santos/MA e Tatiana Lodovici/SP
14h Teatro de Cordel – Arly Arnaud
15h “Antropofagia” – Cia. Paralaxe de Dança-Teatro
16h “Cemitério de Espumas” – Cássia Pires
17h “O Crime da Baronesa” – Cris Campos e Lauande Aires/MA
18h
 
 
Performances e intervenções das 21h às 00h
1.       Donny dos Santos/MA
2.       Tatiana Lodovici/SP
3.       Wilson Chagas/MA
4.       “Contos Africanos” – Urias de Oliveira/MA
5.       “Sempre fica um cheiro” – Josué Redentor/MA
Programação Musical
 
20h – Célia Maria/MA
21h – Dicy Rocha e Rádio Zion/MA
22h –22h – DJ Pedro Sobrinho/MA
23h – DJ Marcelinho da Lua/RJ
 
 

SESC promove um dia cultural no Maracanã

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Dia de muito entretenimento, cultura e expressões artísticas no Maracanã. Nesta quarta (26), a comunidade recebeu o projeto “SESC Caravana”, que tem o objetivo de levar cultura às pessoas que residem em locais de difícil acesso. Na programação, diversos grupos artísticos e culturais, com encerramento marcado pelo som contagiante das toadas do Boi de Maracanã.
A criançada se divertiu com as apresentações das peças “Atrapalhaça”, da Cia Miramundo e “Gran Circo de Variedades”, da Cia Chegança. Karine Brito, de 8 anos, disse que adorou as brincadeiras de circo.
Mas a diversão não era o único foco. “Baile de Lavadeiras”, do grupo Teatrodança, utilizou a dança, teatro e música para contar a história da fundação de São Luís e suas lendas, utilizando música e poemas da terra.
A dona de casa Catiane Alves (35) celebrou a iniciativa do SESC. “As pessoas tiveram a oportunidade de conhecer várias expressões artísticas de forma gratuita e facilitada. Isso é maravilhoso”, explica.
A apresentação teatral mais esperada da noite era “O Mundo Tá Virado”, do Grupo Imbuaça, original de Aracaju/ SE. Com muito humor, rimas, dança e um show de interpretação dos atores, o espetáculo arrancou risos de todos, de crianças a idosos.
E nenhuma atração poderia encerrar de melhor forma a programação do SESC Caravana no Maracanã do que um dos mais famosos e respeitados grupos de Bumba Meu Boi do Maranhão: o Boi de Maracanã. Humberto Campos, cantador do Boi, disse que espera que o projeto aconteça mais vezes na comunidade, porque desperta o interesse pela cultura popular.

Texto: Amanda Machado

Ladeira Musical apresenta banda Gallo Azhuu

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O Blues Rock foi a trilha sonora do projeto Ladeira Musical da quarta-feira (26) na Rua do Giz, Reviver. A noite mais uma vez foi iniciada pelo DJ Natty Dread, com repertório variando entre Rock e MPB para aquecer o público da noite. A atração principal da noite foi a banda Gallo Azhuu.
O Gallo Azhuu é uma banda iniciada em 2005 e é formado por Patrick Pataugasa (vocal e guitarra), Denis Carlos (bateria), André Grolli (baixo e vocal) e Pablo Habibe (guitarra). O som do Gallo Azhuu tem forte influência das bandas mais clássicas do Rock’n’Roll da década de 60 e 70, como Rolling Stones, Beatles, The Band e Neil Young. Eles já se apresentaram em Brasília, São Paulo e Olinda.
O som mais pesado do Gallo Azhuu levou os roqueiros para o projeto Ladeira Musical que curtiram do começo ao fim a apresentação do grupo. A estudante de Artes Wilca Barros, fã da banda, falou da falta de espaços para a cena do Rock em São Luís: “Falta uma política mais voltada para a música. Os trabalhos feitos são descentralizados, falta união dos artistas para tudo acontecer. Não adianta ter bandas boas se não houver espaços para as apresentações”.
O vocalista e baixista, André Grolli, elogiou o local do show e a iniciativa de se formar uma cena de Rock na cidade: “Aqui na cidade ainda não tem público de massa para o Rock. Isso é o mais importante para ter uma cena aqui em São Luís. A cidade é cheia de cenários bonitos e inexplorados para apresentações, tocar em um espaço igual a esse (Praça da Faustina) foi bem interessante.” Sobre os projetos futuros da banda, André anunciou trabalho novo em 2012: “Nós lançamos um CD em conjunto com a banda Velttenz. Nosso trabalho solo será lançado em fevereiro do ano que vem”, completou.

Um Estranho Que Me Quer

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Um casal que vive em pé de guerra após oito anos de relação. Brigas, discussões, a rotina e outros problemas causados pela divergência da visão de como deve ser vivido um romance depois de certo período de união foram o foco do espetáculo “Um Estranho Que Me Quer” realizado nessa quarta-feira (26), no Teatro João do Vale.

O texto teatral é de autoria de Sérgio Parreiras Abritta coloca em cena o casal Marcelo e Juliana, que apesar de morar juntos não se consideram casados, encenando a antiga guerra dos sexos. A peça fez o público dar boas gargalhadas dos diálogos e principalmente da interpretação da atriz Keyla Santana, intérprete de Juliana, sempre falando de estatísticas para explicar seu comportamento infiel.
Ao fim da peça o público saiu satisfeito. O estudante Ronald Martins falou sobre o espetáculo dessa quarta-feira: “Gostei muito da peça. Não foi a primeira vez que vi e aproveitei para trazer umas amigas dessa vez. Sempre acompanho espetáculos teatrais, apesar da pouca divulgação feita para as peças.”
O ator Berg Martins também elogiou a peça e falou sobre a cena teatral de São Luís: “A abordagem da peça foi bem ludovicense. A situação de conflito dos personagens foi levada de uma forma bem humorada. Fazer teatro aqui na cidade é sempre um projeto de risco. Temos bons atores e diretores aqui, mas o público é desacostumado a freqüentar e a assistir teatro, daí a importância dessa iniciativa do SESC em dar acessibilidade ao público.”

Um estranho que me quer – estréia na 6ª Mostra Guajajara de Artes

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Andréa Barros
 
Cômico, sem banalidade. Trágico, sem exageros. Sem gênero teatral definido, estréia nesta quarta (26), às 19h, no Teatro João do Vale (Praia Grande), o espetáculo “Um estranho que me quer”. Concebido pelo dramaturgo mineiro Sérgio Abritta, o texto do espetáculo integra a programação teatral da 6ª Mostra Guajajara de Artes, que acontece em São Luís até sexta, 28, e segue rumo à Itapecuru e Caxias até o dia 3 de novembro.
De forma tragicômica, os atores Keyla Santana e Roberto Froes levam ao palco os desejos, angústias e crises de um relacionamento amoroso conturbado. Inspirado no cotidiano dos casais nos dias de hoje, o espetáculo expõe a intimidade de dois personagens que se enredam numa trama de conflitos causados pela diferença de gênero e idade, agravados por diferentes posicionamentos da visão de mundo.
Intérprete da personagem Juliana, Keyla acredita que o espetáculo possibilita uma identificação imediata com o público, já que o relacionamento moderno é um tema presente na vida de grande parte da sociedade. “Esse tema sempre esteve presente nas peças teatrais, até mesmo porque todo mundo um dia já viveu ou vai viver um momento complicado na vida amorosa”, afirma a atriz.
Segundo Keyla, o projeto do espetáculo já existe há dois anos, mas somente em 2011 conseguiu ser colocado em prática. Escolhido pela atriz, o texto não conseguiu virar peça teatral antes devido à dificuldade de montar uma equipe com profissionais disponíveis e comprometidos, além da falta de apoio logístico e financeiro para a execução do projeto.
O espetáculo se configura também no papel da mulher na modernidade e de que forma essa nova mulher exige sua sexualidade e seu prazer. Para isso, os atores utilizam elementos cênicos eróticos, o que direciona a peça para um público adulto, com classificação etária de 14 anos de idade. Durante vários momentos da encenação, o conflito entre o casal se destaca mais, intensificando a linha trágica da peça.
De acordo com Keyla, a 6ª Mostra Guajajara de Artes é um dos poucos eventos que disponibilizam espaços para o teatro maranhense. “Nós decidimos estrear este espetáculo na Mostra exatamente pela importância que o evento dá às artes cênicas e pelo apoio que a gente tem para divulgar nosso trabalho e fazer artístico”, ressalta ela.
Durante toda a Mostra estarão sendo recebidas as doações de 1 quilo de alimento não-perecível, que serão trocados pelos ingressos das apresentações que acontecerem em espaços fechados. Os alimentos arrecadados serão encaminhados às entidades beneficentes atendidas pelo Programa Mesa Brasil SESC.
Enredo – Marcelo e Juliana, apesar de morar juntos, não se consideram casados. Ele é um filósofo e historiador, que desempenhava um papel capitaneador na relação até perder o espaço para ela. Juliana, por sua vez, é uma recém-estudante universitária de Letras com um desenvolvimento intelectual formidável que a impulsiona a se impor cada vez mais na relação. Ela passa a exigir do companheiro, agora, direitos sentimentais e sexuais que antes lhe eram negados.
A partir daí, os conflitos afloram na relação. Ele não aceita a transformação da mulher no que ele define como “ser humano extremamente racional” que deve ser consciente de seu papel de mulher, companheira e amante. Enquanto isso, ela não consegue evitar o “descortinamento” que sua consciência de mulher lhe trouxe sobre o companheiro. Nesse ínterim, ambos seguem se vendo sob provas de fogo, envolvendo sentimentos, valores morais, consciência de classe, etc.
Com a relação prestes a ruir, ele toma uma atitude drástica que muda toda a aparente obviedade do final. O resultado é uma peça que busca ser cômica, porém fugindo da banalidade; trágica, mas sem ser escatológica. Revela-se como um passeio pelas nuances do comportamento, e mais fundo ainda no confronto do espelho das relações humanas e amorosas.

 
Serviço
O quê: Espetáculo “Um estranho que me quer”
Quando: Hoje, 26, às 19h
Onde: Teatro João do Vale (Praia Grande)
 

Andréa Barros

Varal fotográfico desperta interesse artístico nos participantes na Mostra Guajajara

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Varal fotográfico desperta interesse artístico nos participantes da VI Mostra Guajajara de Artes
 
Os amantes da fotografia também têm espaço na VI Mostra Guajajara de Artes. Isso porque o evento traz este ano uma de suas grandes novidades, o Varal Fotográfico Interativo, em exposição até sexta (28), na Área de Vivência do SESC Deodoro (Centro). Produtores, artistas e o público em geral poderão registrar através de qualquer câmera fotográfica, momentos de espaços culturais de São Luís ao longo da Mostra.
O público já pode conferir registros de Marcos Gatinho, Geraldo Iensen, Joaquim Neto e Marlene Barros, que fazem parte de um varal composto por cerca de 20 imagens de diversos espaços da Mostra. Artistas, momentos do evento, exposições, apresentações artísticas e espaços de São Luís como a Praça Maria Aragão, foram alguns dos focos escolhidos pelos fotógrafos.
As fotografias serão expostas no Varal e participarão da Mostra Fotográfica  Itinerante Educativa do SESC, na programação comemorativa dos 400 anos de São Luís. Os interessados em ter seus registros expostos no varal só precisam enviar suas fotos para o email cultura.sescdeodoro@gmail.com.

Festa (Evoé Baco) no bar Odeon Sabor e Arte

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Festa “Evoé Baco” no bar Odeon Sabor e Arte
Quem compareceu neste sábado (22), no Bar Odeon Sabor e Arte, no Centro Histórico, pode acompanhar mais uma noite de espetáculo e música realizada pela Mostra Guajajara do SESC. O tema da festa fazia menção ao deus do vinho, Baco.
A primeira atração cultural da noite foi realizada pelo grupo teatral Núcleo de Pesquisa Teatral Rascunho encenando o espetáculo “LULLABY: Por Quem Choram As Pedras”. A protagonista do espetáculo, Aline Nascimento ressaltou a importância do evento para a divulgação da arte maranhense: “Costuma-se valorizar apenas as produções de fora. A Mostra é uma forma de valorizar a arte feita no Maranhão também. Não deixa de ser uma ótima vitrine para nós artitas locais, que temos um pouco de dificuldade de mostrar nosso trabalho” disse.
A outra atração da noite foi a discotecagem do DJ residente do Odeon colocando músicas de qualidade para o público. Para combinar com o tema “Evoé Baco”, a organização do evento fez e distribuiu um ponche para o público da noite. Nada melhor que isso para completar mais uma noite de arte, festa e diversão.
A programação cultural da noite contou com a discotecagem do Dj Natty Dread, no projeto “Ladeira Musical”, na Rua do Giz (Praia Grande).