Para dar mais detalhes sobre os males causados por esses elementos ao meio ambiente, alguns mini stands foram armados no local pela Assistente Social e técnica em Educação, Geísa Cutrim, que ressaltou a importância do projeto. “Temos que cumprir nosso papel na tentativa de evitar o aumento do nível de poluição de nossas águas. Precisamos conscientizar a população”, elucidou Geísa.
Para atrair a atenção dos visitantes, estes foram instigados por meio de uma “pescaria ecológica”, na qual cada “peixinho” confeccionado
de papelão continha uma pergunta sobre poluição do meio ambiente que deveriam ser respondidas pelos participantes. Caso não conseguissem responder, estes eram orientados quanto às consequências do descarte dos materiais não degradáveis em local inapropriado.
O público teve ainda acesso a informações acerca do tempo de decomposição de alguns elementos, tais como: garrafas pet (100 anos); sacos plásticos (100 anos); copos descartáveis (100 anos); tecidos (de seis meses a um ano), e as famosas latinhas de refrigerante que podem levar de 100 anos a prazo indeterminado.
A Companhia de Esgotos do Maranhão (CAEMA), parceira do SESC no projeto, demonstrou como a água que chega até a casa dos maranhenses é tratada. O Químico responsável pela unidade de Itapecuru, Francisco Oliveira, apresentou um aparelho chamado JAR TEST, em que a dosagem dos produtos químicos usados no tratamento da água, com ênfase no Sulfato de Alumínio é o mais usado.
O projeto ficou disponível para visitação durante dois dias no SESC Deodoro e mais de 800 pessoas tiveram acesso às orientações.